| 1 x de R$290,00 sem juros | Total R$290,00 | |
| 2 x de R$169,15 | Total R$338,29 | |
| 3 x de R$113,35 | Total R$340,05 | |
| 4 x de R$86,19 | Total R$344,75 | |
| 5 x de R$69,48 | Total R$347,42 | |
| 6 x de R$58,17 | Total R$348,99 | |
| 7 x de R$50,07 | Total R$350,47 | |
| 8 x de R$43,94 | Total R$351,54 | |
| 9 x de R$39,18 | Total R$352,61 | |
| 10 x de R$35,45 | Total R$354,50 | |
| 11 x de R$32,40 | Total R$356,38 | |
| 12 x de R$29,83 | Total R$357,98 |
| 1 x de R$290,00 sem juros | Total R$290,00 | |
| 2 x de R$158,98 | Total R$317,96 | |
| 3 x de R$107,52 | Total R$322,57 | |
| 4 x de R$80,73 | Total R$322,94 | |
| 5 x de R$66,30 | Total R$331,50 | |
| 6 x de R$55,25 | Total R$331,53 | |
| 7 x de R$48,35 | Total R$338,49 | |
| 8 x de R$42,31 | Total R$338,52 | |
| 9 x de R$38,56 | Total R$347,10 | |
| 10 x de R$34,98 | Total R$349,89 |
Artista - Dream Stars; Mystic Djim & The Spirits; Bill Loko; Pasteur Lappé; Eko Roosevelt; Olinga Gaston; Emmanuel Kahe & Jeanette Kemogne; Nkodo Si-Tony; Bernard Ntone; Pat’ Ndoye; Clément Djimogne
Título - Pop Makossa (The Invasive Dance Beat Of Cameroon 1976-1984)
Gravadora - Analog Africa
Ano - 2020
Formato - coletânea / LP, vinil duplo
A aventura Pop Makossa começou em 2009, quando o fundador da Analog Africa, Samy Ben Redjeb, viajou pela primeira vez a Camarões para fazer uma avaliação inicial da cena musical do país. Ele voltou com faixas suficientes para uma compilação explosiva destacando o período em que o funk e a disco começaram a se infiltrar no estilo Makossa, então popular por todo o país.
Mas por que demorou quase oito anos desde essa primeira visita até o lançamento final da coletânea? Desde o início, Pop Makossa foi envolta em mistérios.
O que teria acontecido com Bill Loko, o adolescente superastro cujo grande sucesso “Nen Lambo” causou tamanho rebuliço que o fez fugir para o outro lado do mundo? Como o líder de banda Eko Roosevelt passou de prodígio camaronês a chefe de uma idílica vila litorânea? E quem era, afinal, Mystic Djim — o produtor rastafári e hitmaker mercurial cuja mágica com um simples gravador caseiro de quatro canais superava os estúdios da Rádio Nacional de Camarões?
Foi apenas quando o DJ e produtor musical Déni Shain foi enviado a Camarões para finalizar o projeto — licenciar as faixas, escanear fotografias e entrevistar os artistas — que os maiores pontos de interrogação começaram a desaparecer. Sua jornada da cidade portuária de Douala à capital Yaoundé o colocou em contato com as histórias e vidas de muitos músicos que moldaram o som da dance music camaronesa durante sua década mais fértil.
De fato, todas as faixas de Pop Makossa são reveladoras. A batida que une tudo tem origem nos ritmos do povo Sawa: Ambassey, Bolobo, Assiko e Essewé — uma dança tradicional fúnebre. Mas foi somente quando esses ritmos chegaram às cidades e colidiram com o Merengue, o High-Life, a Rumba Congolesa e, mais tarde, o Funk e a Disco, que o Makossa moderno nasceu.
O Makossa — o ritmo que, muito antes do futebol, conseguiu unificar todo o Camarões — fez sucesso em parte porque era altamente adaptável. Alguns dos maiores sucessos do estilo incorporaram guitarras eletrizantes e grooves apertados do funk, enquanto outros ganharam contornos cósmicos com a chegada dos sintetizadores. Mas muito disso se devia ao baixo — e de linhas borrachudas e pulsantes como em “Yaoundé Girls” de Mystic Djim às linhas líquidas e luminosas de disco que impulsionam “Sekele Movement” de Pasteur Lappé, Pop Makossa mostra por que os baixistas camaroneses estão entre os mais reverenciados do mundo.
E no fim de tudo, ainda havia um último mistério enfrentado pela equipe da Analog Africa: como começar essa compilação com tantos sons incríveis vindos de Camarões?
Após muitos meses e centenas de ordens diferentes, algo ainda parecia fora de lugar... até que um dia encontraram uma faixa poderosa chamada “Pop Makossa Invasion”, gravada para a Rádio Buea — uma música tão obscura que, mesmo em Camarões, jamais havia sido lançada. De repente, tudo fez sentido. “Pop Makossa Invasion” estreia aqui e se junta ao panteão de canções extraordinárias que conectaram o estilo Makossa ao mundo moderno.
