| 1 x de R$340,00 sem juros | Total R$340,00 | |
| 2 x de R$198,31 | Total R$396,61 | |
| 3 x de R$132,89 | Total R$398,68 | |
| 4 x de R$101,05 | Total R$404,19 | |
| 5 x de R$81,46 | Total R$407,32 | |
| 6 x de R$68,19 | Total R$409,16 | |
| 7 x de R$58,70 | Total R$410,89 | |
| 8 x de R$51,52 | Total R$412,15 | |
| 9 x de R$45,93 | Total R$413,41 | |
| 10 x de R$41,56 | Total R$415,62 | |
| 11 x de R$37,98 | Total R$417,83 | |
| 12 x de R$34,98 | Total R$419,70 |
| 1 x de R$340,00 sem juros | Total R$340,00 | |
| 2 x de R$186,39 | Total R$372,78 | |
| 3 x de R$126,06 | Total R$378,18 | |
| 4 x de R$94,65 | Total R$378,62 | |
| 5 x de R$77,73 | Total R$388,65 | |
| 6 x de R$64,78 | Total R$388,69 | |
| 7 x de R$56,69 | Total R$396,85 | |
| 8 x de R$49,61 | Total R$396,88 | |
| 9 x de R$45,21 | Total R$406,95 | |
| 10 x de R$41,02 | Total R$410,21 |
Artista - The Mars Volta
Título - Amputechture
Gravadora - Clouds Hill
Ano - 2021 (2006)
Formato - reedição remasterizada / LP, vinil duplo
Por baixo do virtuosismo técnico, da fúria e da ousadia criativa sem medo que marcaram os dois primeiros álbuns do The Mars Volta, havia uma veia poderosa de blues — uma inquietação existencial que alimentava cada desvio e cada explosão da imaginação de Omar e Cedric.
Essa atmosfera melancólica viria à tona no terceiro álbum de estúdio do grupo, Amputechture: um disco ao mesmo tempo incandescente e em ebulição, indiscutivelmente o mais sombrio da banda até então. Não há aqui um tema central nem um conceito unificador ligando as faixas, embora Cedric admita que, liricamente, o álbum foi influenciado “por muitas coisas que eu estava vivendo, um término muito ruim e várias outras loucuras, tentando colocar esse sentimento no disco”.
Mas Amputechture — cujo título é mais uma das palavras inventadas pelo falecido Jeremy Michael Ward — está longe de ser um disco depressivo. A faixa de abertura, “Vicarious Atonement”, surge como uma peça lenta e deliciosamente soturna, capturando Cedric em um dueto quase delirante com as linhas de guitarra ondulantes de Omar, acompanhadas pelo sax estridente de Adrian Terrazas-Gonzales e pelas manipulações sonoras oníricas do novo arquiteto de texturas da banda, o ex–At The Drive-In Paul Hinojos.
Já a segunda faixa, “Tetragrammaton”, acelera o pulso imediatamente: um épico em miniatura que concentra, em seus 16 minutos, mais ideias do que muitas bandas conseguem desenvolver ao longo de toda uma carreira. Suas guitarras progressivas e intrincadas se encaixam em configurações infinitas, convergindo como se obedecessem a fórmulas matemáticas de outra realidade.
Nota à parte: John Frusciante participa de todas as faixas do álbum.
