| 1 x de R$250,00 sem juros | Total R$250,00 | |
| 2 x de R$145,82 | Total R$291,63 | |
| 3 x de R$97,72 | Total R$293,15 | |
| 4 x de R$74,30 | Total R$297,20 | |
| 5 x de R$59,90 | Total R$299,50 | |
| 6 x de R$50,14 | Total R$300,85 | |
| 7 x de R$43,16 | Total R$302,13 | |
| 8 x de R$37,88 | Total R$303,05 | |
| 9 x de R$33,78 | Total R$303,98 | |
| 10 x de R$30,56 | Total R$305,60 | |
| 11 x de R$27,93 | Total R$307,23 | |
| 12 x de R$25,72 | Total R$308,60 |
| 1 x de R$250,00 sem juros | Total R$250,00 | |
| 2 x de R$137,05 | Total R$274,10 | |
| 3 x de R$92,69 | Total R$278,08 | |
| 4 x de R$69,60 | Total R$278,40 | |
| 5 x de R$57,15 | Total R$285,78 | |
| 6 x de R$47,63 | Total R$285,80 | |
| 7 x de R$41,68 | Total R$291,80 | |
| 8 x de R$36,47 | Total R$291,83 | |
| 9 x de R$33,24 | Total R$299,23 | |
| 10 x de R$30,16 | Total R$301,63 |
Artista - Richard Pinhas
Título - L'Ethique
Gravadora - Bureau B
Ano - 2019 (1982)
Formato - reedição / LP, vinil simples
Originalmente lançado em 1982, L'Ethique é o quinto álbum solo de Richard Pinhas. Após a abordagem mais acessível de East West (1980), o ex-guitarrista do Heldon retorna aqui a um som mais robusto, combinando sintetizadores e uma formação de banda completa em um dos trabalhos mais ambiciosos de sua carreira.
Na época do lançamento, Pinhas falava com entusiasmo sobre o futuro e já planejava um sucessor que marcaria sua transição dos sintetizadores analógicos para os sistemas digitais. No entanto, esse projeto jamais se concretizou. Pouco depois, o músico enfrentou um longo período de depressão, afastando-se completamente da música por quase uma década. Convencido de que havia dito tudo o que precisava artisticamente, vendeu todos os seus sintetizadores e passou a viver dos royalties de seu catálogo.
L'Ethique acabou sendo visto, por muitos anos, como sua obra definitiva. O álbum reúne colaboradores de peso, como o baixista Bernard Paganotti e o baterista Clément Bailly, ambos do Magma, além do tecladista Patrick Gauthier. Juntos, criam um som vigoroso que transita entre o jazz-rock, o rock progressivo e a música eletrônica.
Faixas como "Belfast" e "Dedicated to K.C." destacam o lado mais intenso do disco, fundindo guitarras, sintetizadores e ritmos pulsantes em um universo que remete a King Crimson, Pink Floyd e Hawkwind. Em contraste, momentos mais contemplativos como "Melodic Simple Transition" e a segunda parte de "The Western Wall" revelam o lado mais atmosférico e introspectivo de Pinhas.
Após anos longe dos holofotes, Richard Pinhas retornou à música na década de 1990. Relembrando esse período, afirmou: "O verdadeiro milagre foi conseguir me reconectar com o processo de fazer música. É fácil cair, mas muito difícil voltar."
