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Artista - Rapture
Título - Rapture
Gravadora - Now-Again Records
Ano - 2025
Formato - material de arquivo / LP, vinil simples
Uma foto no álbum de recortes de Rodney Stepp resume bem esse período de sua vida na música.
É 1974. The Spinners eram as atrações principais do festival “Zaire 74”, realizado como evento paralelo à lendária luta de Muhammad Ali contra George Foreman, o famoso Rumble in the Jungle. Entre as fotos desbotadas, há uma imagem de Stepp nos bastidores, posando de braço dado com Ali; outra mostra “The Greatest” sentado ao Fender Rhodes de Stepp, ao lado da vocalista Etta James.
Tudo isso parecia um sonho para esse prodígio de Indianapolis (Naptown), que anteriormente havia gravado para o selo LAMP Records, de Herb Miller, como integrante do grupo The Diplomatics, e lançado o matador single de sweet soul “Young Girl” sob o nome Jazzie Cazzie and the Eight Sounds, em um raríssimo compacto da Knaptown.
Mas, por mais empolgante que fosse sua ascensão além do circuito local — por mais excitante que fosse tocar como atração principal em festivais e arenas e aparecer em programas noturnos de TV — Stepp começou a se sentir inquieto com a rotina mecânica de ser apenas um músico acompanhante.
Ele se cansou de tocar os mesmos arranjos noite após noite.
Stepp ansiava por uma saída criativa que lembrasse seus primeiros dias em estúdio. Assim, em 1978, deixou The Spinners e retornou a Indianapolis, onde formou um grupo de músicos de alto nível — incluindo integrantes do Jazzie Cazzie e do lendário Amnesty — e batizou a banda de Rapture.
Eles inspiraram inúmeros outros artistas. Gravaram material suficiente para um álbum inteiro. Agora, esse trabalho finalmente vem à luz do dia, marcando um momento triunfante na fase tardia da carreira de Stepp e um verdadeiro motivo de celebração para os apaixonados por deep soul, sweet soul e disco funk.
Kenny “Babyface” Edmonds:
“Rodney era o cara que tocava com The Spinners. Ele foi um dos músicos que conseguiu sair de Indianapolis. Por isso, Rodney estava um passo à frente da gente. O grupo que começou a se destacar acima de todos foi o Rapture. Eles começaram a dominar.
Quando olho para a minha trajetória e para a do Rodney, vejo dois caras da mesma cidade que seguiram caminhos diferentes… em certo sentido, Rodney é tão bem-sucedido quanto eu. Porque ele conseguiu viver de música. Tocou com pessoas que respeita e com grandes artistas em todos os lugares. E, mais importante, conseguiu fazer aquilo que ama.”
