| 1 x de R$270,00 sem juros | Total R$270,00 | |
| 2 x de R$157,48 | Total R$314,96 | |
| 3 x de R$105,53 | Total R$316,60 | |
| 4 x de R$80,25 | Total R$320,98 | |
| 5 x de R$64,69 | Total R$323,46 | |
| 6 x de R$54,15 | Total R$324,92 | |
| 7 x de R$46,61 | Total R$326,30 | |
| 8 x de R$40,91 | Total R$327,29 | |
| 9 x de R$36,48 | Total R$328,29 | |
| 10 x de R$33,01 | Total R$330,05 | |
| 11 x de R$30,16 | Total R$331,80 | |
| 12 x de R$27,77 | Total R$333,29 |
| 1 x de R$270,00 sem juros | Total R$270,00 | |
| 2 x de R$148,01 | Total R$296,03 | |
| 3 x de R$100,10 | Total R$300,32 | |
| 4 x de R$75,16 | Total R$300,67 | |
| 5 x de R$61,72 | Total R$308,64 | |
| 6 x de R$51,44 | Total R$308,66 | |
| 7 x de R$45,02 | Total R$315,14 | |
| 8 x de R$39,39 | Total R$315,17 | |
| 9 x de R$35,90 | Total R$323,16 | |
| 10 x de R$32,57 | Total R$325,76 |
Artista - Grupo Um
Título - Nineteen Seventy Seven
Gravadora - Far Out Recordings
Ano - 2026
Formato - material de arquivo / LP, vinil simples
Celebrando 50 anos de trajetória, o lendário Grupo Um revela mais uma preciosidade perdida dos anos 1970: Nineteen Seventy Seven, gravado em 1977 e mantido inédito por décadas. Surgido do círculo de músicos ligados a Hermeto Pascoal em São Paulo, o grupo entrega aqui uma vibrante fusão instrumental de jazz, ritmos afro-brasileiros e experimentação eletrônica.
Registrado em plena ditadura militar brasileira, quando a música instrumental criativa encontrava pouquíssimo espaço para existir, o álbum foi considerado impossível de lançar na época. Gravado ao vivo em estúdio, sem overdubs e sob severas limitações técnicas, o disco captura o quinteto em estado de invenção permanente, reunindo Lelo Nazario, Zé Eduardo Nazario, Zeca Assumpção, Roberto Sion e Carlinhos Gonçalves.
Um dos destaques é “Mobile/Stabile”, uma das primeiras composições de Lelo Nazario a integrar sintetizadores modulares — como o ARP 2600 e o EMS Synthi AKS — à música brasileira, antecipando caminhos que marcariam gerações de músicos experimentais. Entre sambas acelerados, maracatus reinventados, improvisações livres, dissonâncias e paisagens eletroacústicas, o álbum reafirma a visão do Grupo Um: fundir linguagens de vanguarda à tradição brasileira sem concessões estéticas ou comerciais. O resultado permanece tão radical e relevante hoje quanto era em 1977.
