| 1 x de R$350,00 sem juros | Total R$350,00 | |
| 2 x de R$204,14 | Total R$408,28 | |
| 3 x de R$136,80 | Total R$410,41 | |
| 4 x de R$104,02 | Total R$416,08 | |
| 5 x de R$83,86 | Total R$419,30 | |
| 6 x de R$70,20 | Total R$421,19 | |
| 7 x de R$60,43 | Total R$422,98 | |
| 8 x de R$53,03 | Total R$424,27 | |
| 9 x de R$47,29 | Total R$425,57 | |
| 10 x de R$42,78 | Total R$427,84 | |
| 11 x de R$39,10 | Total R$430,12 | |
| 12 x de R$36,00 | Total R$432,04 |
| 1 x de R$350,00 sem juros | Total R$350,00 | |
| 2 x de R$191,87 | Total R$383,74 | |
| 3 x de R$129,77 | Total R$389,31 | |
| 4 x de R$97,44 | Total R$389,76 | |
| 5 x de R$80,01 | Total R$400,09 | |
| 6 x de R$66,68 | Total R$400,12 | |
| 7 x de R$58,36 | Total R$408,52 | |
| 8 x de R$51,07 | Total R$408,56 | |
| 9 x de R$46,54 | Total R$418,92 | |
| 10 x de R$42,22 | Total R$422,28 |
Artista - Kahil El'Zabar's Ethnic Heritage Ensemble
Título - Open Me, A Higher Consciousness Of Sound And Spirit
Gravadora - Spiritmuse Records
Ano - 2024
Formato - LP, vinil duplo / capa dupla
Celebrando 50 anos do legado do The Ethnic Heritage Ensemble e sua contribuição inabalável à Great Black Music
Este é o novo trabalho de Kahil El'Zabar e seu Ethnic Heritage Ensemble, marcando o 50º aniversário do lendário grupo: Open Me, A Higher Consciousness of Sound and Spirit.
Open Me é uma celebração vibrante de novos e promissores caminhos para o Ethnic Heritage Ensemble; uma jornada visionária que mergulha em raízes profundas enquanto aponta para rotas futuras, canalizando tradições antigas e contemporâneas. O álbum mistura composições originais de El’Zabar com clássicos atemporais de Miles Davis, McCoy Tyner e Eugene McDaniels. Assim, o grupo reafirma sua presença indelével ao longo de meio século dentro do contínuo da Great Black Music.
Open Me, a sexta colaboração de El’Zabar com a Spiritmuse Records em cinco anos, soma-se a uma sequência de gravações aclamadas pela crítica que remontam ao primeiro registro do EHE, em 1981. O multi-percussionista, compositor, designer de moda e ex-presidente da Association for the Advancement of Creative Musicians (AACM) vive possivelmente o período mais produtivo de sua carreira e, agora na casa dos setenta anos, não demonstra sinais de desaceleração. Poucos grupos de música criativa podem ostentar tamanha longevidade — e menos ainda continuam excursionando com tanta energia e gravando com o vigor do Ethnic Heritage Ensemble.
O EHE foi fundado por El’Zabar em 1974, inicialmente como um quinteto, mas logo foi reduzido à sua formação clássica: um trio com El’Zabar na multipercussão e voz, acompanhado por dois instrumentos de sopro. Um formato incomum, mesmo para os padrões dos músicos mais experimentais da AACM:
“Algumas pessoas literalmente riam da nossa instrumentação e abordagem pouco ortodoxas. Éramos considerados ainda mais estranhos do que a maioria das bandas da AACM na época. Mas eu sabia, no fundo, que esse grupo tinha futuro, e que meu conceito se baseava em uma lógica ligada à história da Great Black Music — uma base rítmica forte, harmonia inovadora e contraponto, interação equilibrada e cacofonia entre os músicos, solistas marcantes, dinâmica de conjunto altamente desenvolvida, profundo conhecimento da história da música, originalidade, coragem e espiritualidade profunda.”
Com El’Zabar à frente, a formação da banda sempre esteve aberta a mudanças, e ao longo dos anos o EHE contou com dezenas de músicos reverenciados, incluindo Light Henry Huff, Kalaparusha Maurice McIntyre, Joseph Bowie, Hamiet Bluiett e Craig Harris. A formação atual vem se consolidando ao longo de duas décadas — o trompetista Corey Wilkes entrou há vinte anos, enquanto o saxofonista barítono Alex Harding juntou-se há sete, após já colaborar com El’Zabar desde o início dos anos 2000 em projetos como o de Joseph Bowie, Defunkt.
Para Open Me, El’Zabar decidiu expandir o som do grupo ao incorporar instrumentos de cordas — violoncelo, tocado por Ishmael Ali, e violino/viola, por James Sanders. Essa adição abre novas possibilidades texturais e tímbricas, conectando o trabalho à tradição do violino e violoncelo na improvisação, de Ray Nance a Billy Bang, Leroy Jenkins e Abdul Wadud.
Open Me reúne composições originais — incluindo clássicos de El’Zabar como “Barundi”, “Hang Tuff”, “Ornette” e “Great Black Music” (frequentemente atribuída ao Art Ensemble of Chicago, mas na verdade de autoria de El’Zabar) — além de releituras da tradição moderna, como uma interpretação contemplativa de “All Blues”, de Miles Davis.
Como celebração de um marco histórico e declaração de intenções futuras, Open Me conduz com naturalidade a visão curativa de El’Zabar de uma Consciência Elevada de Som e Espírito.
