| 1 x de R$265,00 sem juros | Total R$265,00 | |
| 2 x de R$154,56 | Total R$309,12 | |
| 3 x de R$103,58 | Total R$310,74 | |
| 4 x de R$78,76 | Total R$315,03 | |
| 5 x de R$63,49 | Total R$317,47 | |
| 6 x de R$53,15 | Total R$318,90 | |
| 7 x de R$45,75 | Total R$320,25 | |
| 8 x de R$40,15 | Total R$321,23 | |
| 9 x de R$35,80 | Total R$322,21 | |
| 10 x de R$32,39 | Total R$323,94 | |
| 11 x de R$29,61 | Total R$325,66 | |
| 12 x de R$27,26 | Total R$327,12 |
| 1 x de R$265,00 sem juros | Total R$265,00 | |
| 2 x de R$145,27 | Total R$290,55 | |
| 3 x de R$98,25 | Total R$294,76 | |
| 4 x de R$73,77 | Total R$295,10 | |
| 5 x de R$60,58 | Total R$302,92 | |
| 6 x de R$50,49 | Total R$302,95 | |
| 7 x de R$44,18 | Total R$309,31 | |
| 8 x de R$38,66 | Total R$309,33 | |
| 9 x de R$35,24 | Total R$317,18 | |
| 10 x de R$31,97 | Total R$319,72 |
Artista - Broadcast
Título - The Noise Made By People
Gravadora - Warp Records
Ano - 2015 (2000)
Formato - reedição / LP, vinil simples
The Noise Made by People marcou a estreia definitiva do Broadcast em formato de álbum completo e consolidou o grupo como um dos projetos mais singulares da música britânica do início dos anos 2000. Liderado por Trish Keenan e James Cargill, o disco desenvolve uma linguagem própria que combina pop psicodélico, eletrônica analógica, library music, krautrock e referências à trilha sonora televisiva britânica dos anos 1960 e 70.
Embora o grupo já tivesse chamado atenção com singles e EPs lançados ao longo da década de 1990, The Noise Made by People foi o trabalho que organizou de forma mais clara sua estética: sintetizadores analógicos, loops discretos, batidas minimalistas e melodias delicadas sustentando a voz calma e distante de Trish Keenan.
O álbum foi gravado em um período em que a música eletrônica britânica começava a absorver influências mais retrô e experimentais, mas o Broadcast evitava tanto o revivalismo nostálgico quanto a estética futurista dominante da época. Em vez disso, o grupo construía canções que pareciam existir fora do tempo, aproximando-se tanto da pop experimental de Joe Meek quanto das texturas motorik de bandas como Can e Neu!.
Faixas como “Come On Let’s Go”, “Echo’s Answer” e “Papercuts” exemplificam essa combinação entre acessibilidade melódica e estranheza atmosférica. Mesmo nos momentos mais pop, há sempre algo levemente deslocado: ruídos de fundo, harmonias ambíguas, sintetizadores granulados e arranjos que parecem deliberadamente incompletos.
Grande parte da força do disco está justamente nessa tensão entre clareza e abstração. As músicas raramente explodem ou se resolvem de maneira convencional; elas se movem em ciclos sutis, criando uma sensação hipnótica e melancólica que se tornaria uma das marcas registradas da banda.
Com o passar dos anos, The Noise Made by People passou a ser visto como um dos discos centrais da pop experimental britânica de sua geração. Sua influência pode ser percebida em diferentes vertentes da eletrônica lo-fi, hypnagogic pop e indie experimental que surgiriam nas décadas seguintes, mas poucos trabalhos conseguiram reproduzir o equilíbrio particular que o Broadcast encontrou aqui entre intimidade, estranhamento e precisão sonora.
