| 1 x de R$250,00 sem juros | Total R$250,00 | |
| 2 x de R$145,82 | Total R$291,63 | |
| 3 x de R$97,72 | Total R$293,15 | |
| 4 x de R$74,30 | Total R$297,20 | |
| 5 x de R$59,90 | Total R$299,50 | |
| 6 x de R$50,14 | Total R$300,85 | |
| 7 x de R$43,16 | Total R$302,13 | |
| 8 x de R$37,88 | Total R$303,05 | |
| 9 x de R$33,78 | Total R$303,98 | |
| 10 x de R$30,56 | Total R$305,60 | |
| 11 x de R$27,93 | Total R$307,23 | |
| 12 x de R$25,72 | Total R$308,60 |
| 1 x de R$250,00 sem juros | Total R$250,00 | |
| 2 x de R$137,05 | Total R$274,10 | |
| 3 x de R$92,69 | Total R$278,08 | |
| 4 x de R$69,60 | Total R$278,40 | |
| 5 x de R$57,15 | Total R$285,78 | |
| 6 x de R$47,63 | Total R$285,80 | |
| 7 x de R$41,68 | Total R$291,80 | |
| 8 x de R$36,47 | Total R$291,83 | |
| 9 x de R$33,24 | Total R$299,23 | |
| 10 x de R$30,16 | Total R$301,63 |
Artista - Beatrice Dillon; Hideki Umezawa
Título - Basho / Still Forms
Gravadora - Portraits GRM
Ano - 2025
Formato - LP, vinil simples
O título desta obra de Beatrice Dillon é retirado da noção de basho, desenvolvida por Kitarō Nishida, filósofo japonês e fundador da Escola de Quioto. O basho (場所) de Nishida refere-se a um "lugar" ou "campo" fundamental onde as coisas existem e interagem — não apenas um local físico, mas um espaço mais abstrato, onde todas as experiências, pensamentos e fenômenos estão interconectados. Na filosofia de Nishida, o basho é um terreno dinâmico e vivo, onde sujeito e objeto, eu e mundo, não estão separados, mas sim inter-relacionados.
Inspirada por esse conceito, Beatrice Dillon desenvolve uma música de natureza complexa, que nunca deixa de se constituir como pura apresentação, constantemente reexposta, reativando a cada instante tanto o objeto da atenção quanto o ouvinte que o busca.
Apropriando-se de sons (sem origem real ou espaço interno definido) e de linguagens da música eletrônica, o Basho de Dillon é um desvio, uma reorganização que nos recoloca — por meio de elementos familiares que de repente se tornam estranhos — em um campo de escuta pura.
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Still Forms, do compositor japonês Hideki Umezawa, extrai seu material sonoro da exploração das estruturas sonoras Baschet, instrumentos desenvolvidos pelos irmãos Bernard e François Baschet na década de 1950 e amplamente valorizados no universo da criação musical contemporânea. Essas estruturas foram apresentadas na Exposição Mundial de Osaka, em 1970, e algumas permaneceram no Japão.
Por meio de diversas sessões de gravação, tanto no Japão quanto na França, Hideki Umezawa reexplora o fascinante potencial sonoro desses instrumentos atípicos para integrá-los a uma composição altamente refinada, em que sons de origem acústica e texturas eletrônicas dialogam — como no reflexo distorcido dos ressoadores das estruturas Baschet.
Still Forms é, assim, tanto uma homenagem quanto uma viagem no tempo através do incrível poder de invenção e inspiração dessas estruturas sonoras — e também uma proposta aguçada de composição eletroacústica contemporânea, que sabe se renovar sem jamais renegar suas origens.
