| 1 x de R$290,00 sem juros | Total R$290,00 | |
| 2 x de R$169,15 | Total R$338,29 | |
| 3 x de R$113,35 | Total R$340,05 | |
| 4 x de R$86,19 | Total R$344,75 | |
| 5 x de R$69,48 | Total R$347,42 | |
| 6 x de R$58,17 | Total R$348,99 | |
| 7 x de R$50,07 | Total R$350,47 | |
| 8 x de R$43,94 | Total R$351,54 | |
| 9 x de R$39,18 | Total R$352,61 | |
| 10 x de R$35,45 | Total R$354,50 | |
| 11 x de R$32,40 | Total R$356,38 | |
| 12 x de R$29,83 | Total R$357,98 |
| 1 x de R$290,00 sem juros | Total R$290,00 | |
| 2 x de R$158,98 | Total R$317,96 | |
| 3 x de R$107,52 | Total R$322,57 | |
| 4 x de R$80,73 | Total R$322,94 | |
| 5 x de R$66,30 | Total R$331,50 | |
| 6 x de R$55,25 | Total R$331,53 | |
| 7 x de R$48,35 | Total R$338,49 | |
| 8 x de R$42,31 | Total R$338,52 | |
| 9 x de R$38,56 | Total R$347,10 | |
| 10 x de R$34,98 | Total R$349,89 |
Artista - A Tribe Called Quest
Título - The Low End Theory
Gravadora - Jive
Ano - 2023 (1991)
Formato - reedição / LP, vinil duplo
Enquanto muitos dos artistas do movimento jazz-rap nunca conseguiram escapar totalmente da sensação “colada” de seus samples vintage, com The Low End Theory, o A Tribe Called Quest criou uma das fusões mais próximas e brilhantes entre a atmosfera do jazz e a atitude do hip-hop já registradas.
Os vocais de Q-Tip e Phife Dawg estão entre os mais suaves já ouvidos no rap; a dupla é tão entrosada que soa como dois lados da mesma personalidade, alternando rimas com fluidez — com Q-Tip incorporando sua persona mais abstrata, enquanto Phife aborda questões mais concretas ligadas à experiência de ser jovem, talentoso e negro.
O grupo também encara o próprio universo do rap em faixas incisivas como “Rap Promoter” e “Show Business”, esta última um verdadeiro soundclash lírico com participações de Diamond D, Lord Jamar e Sadat X, do Brand Nubian.
As relações amorosas também entram em pauta em duas faixas realistas e sensíveis: “Butter” e “The Infamous Date Rape”. As produções não são exatamente minimalistas, mas tampouco complexas — o grupo constrói sua sonoridade com poucos elementos: linhas de contrabaixo (sampleadas ou, em uma faixa, tocadas pelo lendário Ron Carter), batidas precisas com sensação orgânica e alguns samples ou teclados elétricos usados com sutileza.
É um testemunho do apurado senso de produção do grupo que, com recursos tão enxutos, conseguiram criar um dos maiores álbuns da história do hip-hop — um disco que melhora a cada audição. The Low End Theory é um sucesso absoluto, a união perfeita entre rimas inteligentes e fluidas e produções ricas em groove e nuances.
